Jacques prévert

Poeta françês

Jacques Prévert

foi um

grande poeta françês.

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Poesia Versos Citação

Se as penas com que amor tão mal me trata PDF Print E-mail
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Camões - Poesia

Se as penas com que Amor tão mal me trata
Permitirem que eu tanto viva delas,
Que veja escuro o lume das estrelas,
Em cuja vista o meu se acende e mata;

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Alma minha gentil,que te partiste PDF Print E-mail
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Camões - Poesia

Alma minha gentil, que te partiste
Tão cedo desta vida, descontente,
Repousa lá no Céu eternamente
E viva eu cá na terra sempre triste.

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Adélia PDF Print E-mail
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Almeida Garret - Poema

Cuidas tu que a rosa chora,
Que é tamanha a sua dor,
Quando, já passada a aurora,
O Sol, ardente de amor,
Com seus beijos a devora?

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Ali não havia eletricidade PDF Print E-mail
Álvaro de Campos - Poesia

Ali não havia eletricidade.
Por isso foi à luz de uma vela mortiça
Que li, inserto na cama,
O que estava à mão para ler —
A Bíblia, em português (coisa curiosa), feita para protestantes.
E reli a "Primeira Epístola aos Coríntios".

Last Updated on Sunday, 07 March 2010 15:48
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Porque mentias? PDF Print E-mail
Álvares de Azevedo - Poesia

Por que mentias leviana e bela?
Se minha face pálida sentias
Queimada pela febre, e minha vida
Tu vias desmaiar, por que mentias?

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Demasiada locura é o maís divino juizo PDF Print E-mail
Emily Dickinson - Poesia

Demasiada Loucura é o mais divino Juízo -
Para um Olhar criterioso -
Demasiado Juízo - a mais severa Loucura -
É a Maioria que

Last Updated on Friday, 26 February 2010 00:58
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A aeronave PDF Print E-mail
Augusto dos Anjos - Poesia
Cindindo a vastidão do Azul profundo, 
Sulcando o espaço, devassando a terra, 
A aeronave que um mistério encerra 
Vai pelo espaço acompanhando o mundo.
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Tronco despido PDF Print E-mail
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Almeida Garret - Poesia

Qual tronco despido 

  De folha e de flores, 

  Dos ventos batido 

  No inverno gelado 

  De ardentes queimores

Last Updated on Wednesday, 05 August 2009 11:15
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Acho tão natural que não se pense PDF Print E-mail
Alberto Caeiro - Poesia

 

Acho tão natural que não se pense
Que me ponho a rir às vezes, sozinho,
Não sei bem de quê, mas é de qualquer cousa
Que tem que ver com haver gente que pensa ...

Last Updated on Tuesday, 29 December 2009 10:54
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Ao desconcerto do mundo PDF Print E-mail
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Camões - Poesia

Os bons vi sempre passar
No Mundo graves tormentos;
E pera mais me espantar,
Os maus vi sempre nadar

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Quando de minhas magoas a comprida PDF Print E-mail
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Camões - Poesia

Quando de minhas mágoas a comprida
Maginação os olhos me adormece,
Em sonhos aquela alma me aparece
Que pera mim foi sonho nesta vida.

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Aniversário PDF Print E-mail
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Álvaro de Campos - Poesia

No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu era feliz e ninguém estava morto.
Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos,
E a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer.

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Morri pela beleza PDF Print E-mail
Emily Dickinson - Poesia

Morri pela Beleza - mas mal me tinha
Acomodado à Campa
Quando Alguém que morreu pela Verdade,
Da Casa do lado -

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Pálida inocência PDF Print E-mail
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Álvares de Azevedo - Poesia
Por que, pálida inocência,
Os olhos teus em dormência
A medo lanças em mim?
No aperto de minha mão
Que sonho do coração
Tremeu-te os seios assim?
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Eclipse oculto PDF Print E-mail
Caetano Veloso - Poesia

Nosso amor não deu certo
gargalhadas e lágrimas
de perto fomos quase nada
tipo de amor que não pode dar certo
na luz da manhã

Last Updated on Wednesday, 12 August 2009 20:17
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Adiamento PDF Print E-mail
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Álvaro de Campos - Poesia
 Depois de amanhã, sim, só depois de amanhã... 
   Levarei amanhã a pensar em depois de amanhã, 
   E assim será possível; mas hoje não... 
   Não, hoje nada; hoje não posso. 
   A persistência confusa da minha subjetividade objetiva, 
   O sono da minha vida real, intercalado,
Last Updated on Wednesday, 12 August 2009 20:12
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Num meio-dia de fim de primavera PDF Print E-mail
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Alberto Caeiro - Poesia
Num meio-dia de fim de primavera 
Tive um sonho como uma fotografia. 
Vi Jesus Cristo descer à terra. 
Veio pela encosta de um monte 
Tornado outra vez menino, 
A correr e a rolar-se pela erva 
Last Updated on Wednesday, 27 January 2010 18:51
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Piano de bairro PDF Print E-mail
José Guilherme de Araújo Jorge - Poesia

Na rua sossegada onde eu moro, – à tardinha,
quando em sombras o céu lentamente escurece,
- um piano solitário, em surdina, – parece
acompanhar ao longe a tarde que definha…

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