Jacques prévert

Poeta françês

Jacques Prévert

foi um

grande poeta françês.

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Poesia Versos Citação

Aniversário PDF Print E-mail
Álvaro de Campos - Poesia

No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu era feliz e ninguém estava morto.
Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos,
E a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer.

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Morri pela beleza PDF Print E-mail
Emily Dickinson - Poesia

Morri pela Beleza - mas mal me tinha
Acomodado à Campa
Quando Alguém que morreu pela Verdade,
Da Casa do lado -

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Pálida inocência PDF Print E-mail
Álvares de Azevedo - Poesia
Por que, pálida inocência,
Os olhos teus em dormência
A medo lanças em mim?
No aperto de minha mão
Que sonho do coração
Tremeu-te os seios assim?
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Eclipse oculto PDF Print E-mail
Caetano Veloso - Poesia

Nosso amor não deu certo
gargalhadas e lágrimas
de perto fomos quase nada
tipo de amor que não pode dar certo
na luz da manhã

Last Updated on Wednesday, 12 August 2009 20:17
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Adiamento PDF Print E-mail
Álvaro de Campos - Poesia
 Depois de amanhã, sim, só depois de amanhã... 
   Levarei amanhã a pensar em depois de amanhã, 
   E assim será possível; mas hoje não... 
   Não, hoje nada; hoje não posso. 
   A persistência confusa da minha subjetividade objetiva, 
   O sono da minha vida real, intercalado,
Last Updated on Wednesday, 12 August 2009 20:12
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Num meio-dia de fim de primavera PDF Print E-mail
Alberto Caeiro - Poesia
Num meio-dia de fim de primavera 
Tive um sonho como uma fotografia. 
Vi Jesus Cristo descer à terra. 
Veio pela encosta de um monte 
Tornado outra vez menino, 
A correr e a rolar-se pela erva 
Last Updated on Wednesday, 27 January 2010 18:51
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Piano de bairro PDF Print E-mail
José Guilherme de Araújo Jorge - Poesia

Na rua sossegada onde eu moro, – à tardinha,
quando em sombras o céu lentamente escurece,
- um piano solitário, em surdina, – parece
acompanhar ao longe a tarde que definha…

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Bela D´amor PDF Print E-mail
Almeida Garret - Poema

Pois essa luz cintilante
Que brilha no teu semblante
Donde lhe vem o ‘splendor?
Não sentes no peito a chama
Que aos meus suspiros se inflama
E toda reluz de amor?

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Meu anjo PDF Print E-mail
Álvares de Azevedo - Poesia

Meu anjo tem o encanto, a maravilha,
Da espontânea canção dos passarinhos;
Tem os seios tão alvos, tão macios
Como o pêlo sedoso dos arminhos.

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Ali não havia eletricidade PDF Print E-mail
Álvaro de Campos - Poesia

Ali não havia eletricidade.
Por isso foi à luz de uma vela mortiça
Que li, inserto na cama,
O que estava à mão para ler —
A Bíblia, em português (coisa curiosa), feita para protestantes.
E reli a "Primeira Epístola aos Coríntios".

Last Updated on Sunday, 07 March 2010 15:48
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Porque mentias? PDF Print E-mail
Álvares de Azevedo - Poesia

Por que mentias leviana e bela?
Se minha face pálida sentias
Queimada pela febre, e minha vida
Tu vias desmaiar, por que mentias?

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Demasiada locura é o maís divino juizo PDF Print E-mail
Emily Dickinson - Poesia

Demasiada Loucura é o mais divino Juízo -
Para um Olhar criterioso -
Demasiado Juízo - a mais severa Loucura -
É a Maioria que

Last Updated on Friday, 26 February 2010 00:58
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A aeronave PDF Print E-mail
Augusto dos Anjos - Poesia
Cindindo a vastidão do Azul profundo, 
Sulcando o espaço, devassando a terra, 
A aeronave que um mistério encerra 
Vai pelo espaço acompanhando o mundo.
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Tronco despido PDF Print E-mail
Almeida Garret - Poesia

Qual tronco despido 

  De folha e de flores, 

  Dos ventos batido 

  No inverno gelado 

  De ardentes queimores

Last Updated on Wednesday, 05 August 2009 11:15
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Acho tão natural que não se pense PDF Print E-mail
Alberto Caeiro - Poesia

 

Acho tão natural que não se pense
Que me ponho a rir às vezes, sozinho,
Não sei bem de quê, mas é de qualquer cousa
Que tem que ver com haver gente que pensa ...

Last Updated on Tuesday, 29 December 2009 10:54
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Vos outros! que dizeis que o amoe é um suplicio PDF Print E-mail
Alberto de Oliveira - Poema

Vós outros! que dizeis que o Amor é um suplício,
Que a flor da Decepção se abre em todo o Prazer,
Que aconselhais à Alma o mosteiro, e o cilício,
Pois nada pode consolar-nos de viver

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Pulvis PDF Print E-mail
Osório Duque Estrada - Poesia

Áureos castelos da primeira idade,
Dourada fantasia de outras eras
Cuja luz de uma estranha claridade,
A alma me encheu de sóis e primaveras;

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O album PDF Print E-mail
Almeida Garret - Poema

Minha Júlia, um conselho de amigo;
Deixa em branco este livro gentil:
Uma só das memórias da vida
Vale a pena guardar, entre mil.

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